29th March 2013

Photo reblogged from SO CUTE GIRLS - 60' 70' 80' with 134 notes

Source: weheartit.com

23rd March 2013

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E se Star Wars fosse fosse filmado em ordem cronológica?

Muitos daqueles que resolvem ver Star Wars pela primeira vez se confrontam com uma dúvida peculiar: em que ordem assistir, a cronológica – que obedece a linha do tempo dos acontecimentos – ou a do lançamento – que começou contando os fatos ocorridos a partir do episódio IV?
Quando George Lucas escreveu a saga, inverteu propositalmente a ordem dos episódios finais da série. Rodou Uma Nova Esperança (que na época não tinha este subtítulo, era apenas Star Wars) sem explicar muito daquele universo que tinha criado, pensou apenas um esboço do que teria acontecido e deixou para inventar o resto depois. Conseguiu com isso dar um efeito ao seu roteiro que acabou se mostrando muito importante para o desenvolvimento do enredo, criando uma espécie de final retroativo em flashback: uma técnica ousada. Se a série tivesse permanecido linear, as modificações nos mistérios da trama, na magia criada pelo mito e principalmente, no envolvimento do público com os filmes tornariam a história completamente diferente do que conhecemos hoje.
Os episódios I, II e III são explicativos. Eles resolvem os mistérios deixados pela trilogia original, que não seriam mistérios se as explicações já fossem de conhecimento do público. Não existiriam mais revelações bombásticas como o fato de Luke e Léia serem irmãos, além de estragar completamente o diálogo mais famoso da saga: “No, I am your father”. Assim, tudo isso abriria espaço para que perguntas não respondidas nos episódios finais fossem reveladas de antemão: como o Império derrubou a República, como os Jedi foram extintos e porquê Léia é uma princesa.
A Ameaça Fantasma, o início da história a ser contado primeiro, não faria nem de longe o mesmo sucesso que o episódio IV. O roteiro da saga era desacreditado na época, ao ser rejeitado pela Universal e pela United Artists. Embora tivesse sido aceito pela Fox, a princípio o estúdio conseguiu distribuí-lo em apenas 40 salas em todo o país. Se não fosse tão bem sucedido, como o episódio I provavelmente não seria, o resto da série não teria o respaldo para ser filmado e a trilogia clássica que tanto amamos nem existiria.
Na hipótese de se completar a saga, apesar de estragadas as surpresas que conhecemos hoje, outras seriam criadas. Descobrir que o chanceler Palpatine é na verdade o Lord Sith seria uma revelação e tanto. Mas como surpresas nem sempre são agradáveis, a passagem de Anakin para o Lado Negro, a maior delas, certamente causaria revolta. E isto se deve ao simples motivo de que de certa maneira, os filmes narram a história do Skywalker pai desde a infância em Tatooine até a morte. Para quem assistisse aos primeiros episódios desconhecendo o que viria a seguir, Anakin seria uma espécie de protagonista. A partir daí, qual não seria a reação dos fãs que a série ocasionalmente conquistasse (e que certamente tomariam por herói seu protagonista) quando descobrissem que ele se junta ao Lado Negro da Força e se torna o principal vilão da história? Enquanto seu filho, um personagem novo, com quem ninguém teve a menor empatia se torna o novo “herói”?
Uma quebra de enredo como esta frustraria o público de tal maneira que certamente não seria uma decisão sábia dos produtores dar tal destino ao roteiro. Em consequência, Darth Vader, personagem crucial da saga, provavelmente nem existiria! E Star Wars sem Vader é… bem, não é Star Wars.

E se Star Wars fosse fosse filmado em ordem cronológica?

Muitos daqueles que resolvem ver Star Wars pela primeira vez se confrontam com uma dúvida peculiar: em que ordem assistir, a cronológica – que obedece a linha do tempo dos acontecimentos – ou a do lançamento – que começou contando os fatos ocorridos a partir do episódio IV?

Quando George Lucas escreveu a saga, inverteu propositalmente a ordem dos episódios finais da série. Rodou Uma Nova Esperança (que na época não tinha este subtítulo, era apenas Star Wars) sem explicar muito daquele universo que tinha criado, pensou apenas um esboço do que teria acontecido e deixou para inventar o resto depois. Conseguiu com isso dar um efeito ao seu roteiro que acabou se mostrando muito importante para o desenvolvimento do enredo, criando uma espécie de final retroativo em flashback: uma técnica ousada. Se a série tivesse permanecido linear, as modificações nos mistérios da trama, na magia criada pelo mito e principalmente, no envolvimento do público com os filmes tornariam a história completamente diferente do que conhecemos hoje.

Os episódios I, II e III são explicativos. Eles resolvem os mistérios deixados pela trilogia original, que não seriam mistérios se as explicações já fossem de conhecimento do público. Não existiriam mais revelações bombásticas como o fato de Luke e Léia serem irmãos, além de estragar completamente o diálogo mais famoso da saga: “No, I am your father”. Assim, tudo isso abriria espaço para que perguntas não respondidas nos episódios finais fossem reveladas de antemão: como o Império derrubou a República, como os Jedi foram extintos e porquê Léia é uma princesa.

A Ameaça Fantasma, o início da história a ser contado primeiro, não faria nem de longe o mesmo sucesso que o episódio IV. O roteiro da saga era desacreditado na época, ao ser rejeitado pela Universal e pela United Artists. Embora tivesse sido aceito pela Fox, a princípio o estúdio conseguiu distribuí-lo em apenas 40 salas em todo o país. Se não fosse tão bem sucedido, como o episódio I provavelmente não seria, o resto da série não teria o respaldo para ser filmado e a trilogia clássica que tanto amamos nem existiria.

Na hipótese de se completar a saga, apesar de estragadas as surpresas que conhecemos hoje, outras seriam criadas. Descobrir que o chanceler Palpatine é na verdade o Lord Sith seria uma revelação e tanto. Mas como surpresas nem sempre são agradáveis, a passagem de Anakin para o Lado Negro, a maior delas, certamente causaria revolta. E isto se deve ao simples motivo de que de certa maneira, os filmes narram a história do Skywalker pai desde a infância em Tatooine até a morte. Para quem assistisse aos primeiros episódios desconhecendo o que viria a seguir, Anakin seria uma espécie de protagonista. A partir daí, qual não seria a reação dos fãs que a série ocasionalmente conquistasse (e que certamente tomariam por herói seu protagonista) quando descobrissem que ele se junta ao Lado Negro da Força e se torna o principal vilão da história? Enquanto seu filho, um personagem novo, com quem ninguém teve a menor empatia se torna o novo “herói”?

Uma quebra de enredo como esta frustraria o público de tal maneira que certamente não seria uma decisão sábia dos produtores dar tal destino ao roteiro. Em consequência, Darth Vader, personagem crucial da saga, provavelmente nem existiria! E Star Wars sem Vader é… bem, não é Star Wars.

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19th January 2013

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mcwafflez:

oh hay yall
xoxo, the waffles girls

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19th January 2013

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19th January 2013

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19th January 2013

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Barbarella (1968, Roger Vadim) / Galaxina (1980, William Sachs)

In this episode of An Alan Smithee Podcast, Andrew and I run wild across the universe with a couple of loose space babes. They both start out a little cold – one of them’s made of metal – but after we shove our opinions down their throats regarding how badly their movies suck, they warm up to us plenty. It’s called “negging,” refer to your pick-up artist manual for a detailed explanation. Then, of course, I take things too far and ask Fonda if she’d tortured any POWs with the pan-and-scan version of Barbarellalately, turning the mood. Stratten also cools down a bit once she remembers she’s been dead and murdered for 30 years.

This is one of those times when our nominally “good” movie is only less worse than the “bad” one, but the pairing of these two broads was too good to resist. It’s a head-slappingly silly mistake, because Barbarella is probably one of the more infamous bombs of the 60s; a seemingly imaginative yet actually highly calculated attempt to cash in on several cultural fads of the time: sci-fi adventure, comic book camp, “free” “love” and Henry Fonda’s acting progeny. You can’t blame Dino De Laurentiis for thinking that these gimmicks would mesh together, and perhaps they would have if the story or script had anything remotely interesting about them. Terry Southern and Roger Vadim have a lot of potentially clever ideas that flitter and flame out within seconds, proving that drugs tend to hamper otherwise good writers more than they help them.

Flash Gordon is practically a masterpiece of production design and witty dialogue by comparison, to give you some idea of how badly Barbarella misfires. At least Dino learned something in the interim. Actually, Flash Gordon actually came out the same year as our second feature of the episode, Galaxina – a title inspired by Barbarella, if not the story. Or lack thereof.

Galaxina is just as vacuous and lazy in terms of actual content, but with far less talent involved. Robots learning to love is one of science fiction’s oldest tropes, so Sachs (who wrote as well as directed) wasn’t necessarily in a bind to begin with. You’d think if the star of your film was Playboy Playmate of the Year 1980 Dorothy Stratten and she’s the robot who learns to love, you kind of have your work cut out for you and can simply enjoy peppering the dialogue with double entendres and concocting sexy scenes of awkward robolove between man and machine. Yes, you’d think. Apparently Sachs felt that such material was beneath him, and basically ignores Stratten for the first half of the film while he establishes, re-establishes and re-re-establishes a trio of bumbling space jockeys in what feels like a failed pilot written by someone who couldn’t get a job on Saturday Night Live even after Lorne Michaels left.

The infuriating catch to this lack of Stratten-sleaze is that when she finally makes the scene, we don’t get so much as a side boob and the proto-Spaceballs parodies are only getting worse. The cleverest thing in the whole waste of celluloid is an alien hooker with three boobs, strongly suggesting that at least one person who worked on Total Recall has seen Galaxina. Given how clumsy and rote the predictable parody scene of Alien is, it probably wasn’t Dan O’Bannon’s idea to include an homage in kind. Who did Sachs think he was, not delivering on the tagline that in the 31st century, man finally created a machine…with feelings!(?) This bozo wrote and directed The Incredible Melting Man. If you’re going to make an exploitation film, know your audience.

Galaxina “introduces” Dorothy Stratten as per the opening credits, even though she’d starred in the softcore lesbian erotic thriller Autumn Born, a film which undoubtedly featured her in the nude and was probably better written as well. Stratten belongs to that unfortunate club of actors and actresses more famous in death than life, and will go down in movie history only for this and Star 80 – the 1983 biopic depicting her murder, in which she’s played by Muriel Hemingway. Pairing that with Galaxina as the good-movie counterpoint would’ve been smart, but hey, we’re not all that smart sometimes.

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19th January 2013

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Jane Fonda is very hot in Barbarella

Jane Fonda is very hot in Barbarella

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19th January 2013

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Barbarella Queen Of The Galaxy

Jane Fonda

Barbarella Queen Of The Galaxy



Jane Fonda

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19th January 2013

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Barbarella

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19th January 2013

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